Clima e Saúde: Como as mudanças climáticas afetam a saúde da população e o alerta da Prefeitura Municipal de Alegre

Clima e Saúde: Como as mudanças climáticas afetam a saúde da população e o alerta da Prefeitura Municipal de Alegre

A Prefeitura Municipal de Alegre, por meio da Secretaria Executiva de Saúde (SESA) e da Defesa Civil Municipal, alerta para os efeitos crescentes das mudanças climáticas sobre a saúde da população. Ondas de calor, chuvas intensas, enxurradas, estiagens prolongadas e a piora da qualidade do ar influenciam diretamente o bem-estar e a segurança sanitária das pessoas. Este informe apresenta os principais riscos, as frentes de atuação do município e orientações práticas para prevenção.

Atenção a saúde e prevenção

1) Altas temperaturas e ondas de calor

  • Aumentam casos de desidratação, exaustão e estresse térmico, com maior risco para idosos, crianças, pessoas com doenças crônicas, gestantes e trabalhadores ao ar livre.
  • Podem alterar a conservação de alimentos e medicamentos sensíveis ao calor.

2) Chuvas intensas, enxurradas e alagamentos

  • Elevam a exposição a doenças de veiculação hídrica, como diarreias e hepatites.
  • Facilitam acidentes e traumas, com impacto na rede de urgência e emergência.
  • Comprometem a qualidade da água e do ambiente domiciliar.

3) Estiagens e queimadas

  • Pioram a qualidade do ar e agravam doenças respiratórias (asma, DPOC, rinite).
  • Aumentam a incidência de conjuntivites e irritações de pele.

4) Vetores e zoonoses

  • Temperaturas elevadas e água parada favorecem a proliferação do Aedes aegypti (dengue, zika e chikungunya).
  • Mudanças em habitats podem alterar o comportamento de outros vetores e animais peçonhentos.

5) Saúde mental e segurança alimentar

  • Eventos extremos geram estresse, ansiedade e insegurança econômica, afetando rotinas, trabalho e escola.
  • Perdas na agricultura familiar podem repercutir na disponibilidade de alimentos e renda.
O que a Prefeitura de Alegre está fazendo

Ações rápidas de Vigilância da Prefeitura

  • Reforço da Vigilância Epidemiológica e Ambiental para monitorar arboviroses, surtos respiratórios e doenças de veiculação hídrica.
  • Integração entre SESA, Defesa Civil Municipal, SAAE e demais secretarias para resposta coordenada em eventos extremos.
  • Capacitações com base em protocolos de emergências (incluindo oficinas do Vigidesastres) para equipes de campo e unidades de saúde.

Atenção à saúde e prevenção

  • Campanhas de vacinação e de controle das Arboviroses todo o ano, com mutirões em bairros e escolas.
  • Protocolos de acolhimento na rede de Urgência e Emergência para casos de desidratação, traumas e agravos respiratórios associados ao clima.
  • Orientação farmacêutica nas unidades e farmácias públicas para conservação adequada de medicamentos em períodos de calor.

Infraestrutura e mitigação

  • Ações de drenagem, limpeza urbana e manejo de resíduos para reduzir criadouros do mosquito e pontos de alagamento.
  • Plantio de árvores e áreas de sombra em espaços públicos, contribuindo para conforto térmico.
  • Programas de educação ambiental em escolas e comunidades, com foco em consumo responsável de água, descarte correto e reciclagem.

Comunicação de risco

  • Alertas preventivos em canais oficiais com recomendações para calor extremo, temporais, qualidade do ar e proliferação de vetores.
  • Divulgações específicas para grupos vulneráveis (idosos, gestantes, pessoas com doenças crônicas e trabalhadores ao ar livre).
O que cada família pode fazer

Nos dias quentes

  • Hidrate-se regularmente e evite exposição ao sol entre 10h e 16h.
  • Prefira ambientes arejados e roupas leves; redobre cuidados com crianças e idosos.
  • Armazene alimentos e medicamentos conforme orientação do fabricante.

Em períodos de chuva forte

  • Mantenha calhas e quintais limpos; não descarte lixo em vias públicas.
  • Evite contato com água de alagamento e procure a unidade de saúde se houver febre, vômitos ou diarreia.
  • Tenha à mão documentos, lista de medicamentos e contatos de emergência.

Contra o mosquito

  • Elimine água parada (pratos de vasos, calhas, caixas d’água destampadas, lonas, pneus).
  • Receba a equipe de Vigilância em seu domicílio e siga as orientações.

Quando procurar atendimento

  • Emergência (risco imediato): dor intensa no peito, falta de ar grave, desmaio, convulsões, hemorragias, traumas.
  • Urgência: febre alta persistente, vômitos/diarreia intensos, crise asmática, reações alérgicas graves, ferimentos profundos.
  • Para consultas de rotina, acompanhamento de doenças crônicas e vacinação, procure a UBS/ESF do seu bairro.
Canais de informação e emergência
  • Defesa Civil Municipal: 199
  • SAMU: 192
  • Corpo de Bombeiros: 193
  • Unidades Básicas de Saúde: horários e endereços no site oficial

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